SILVA, Salloma Salomão Jovino da. Bio-caminho

salloma Salomão Jovino da Silva, "Salloma Salomão é um dos vencedores do CONCURSO NACIONAL DE DRAMATURGIA RUTH DE SOUZA, em São Paulo, 2004. por dez anos foi Professor da FSA-SP, Produtor Cultural, Músico, Dramaturgo, Ator e Historiador. Pesquisador financiado pela Capes e CNPQ, investigador vistante do Instituto de Ciências Socais da Universidade de Lisboa. Orientações Dra Maria Odila Leite da Silva, Dr José Machado Pais e Dra Antonieta Antonacci. Lançou trabalhos artísticos e de pesquisa sobre musicalidades e teatralidades negras na diáspora. Segue curioso pelo Brasil e mundo afora atrás do rastros da diáspora negra. #CORRENTE- LIBERTADORA: O QUILOMBO DA MEMÓRIA-VÍDEO- 1990- ADVP-FANTASMA. #AFRORIGEM-CD- 1995- CD-ARUANDA MUNDI. #OS SONS QUE VEM DAS RUAS- 1997- SELO NEGRO. #O DIA DAS TRIBOS-CD-1998-ARUANDA MUNDI. #UM MUNDO PRETO PAULISTANO- TCC-HISTÓRIA-PUC-SP 1997- ARUANDA MUNDI. #A POLIFONIA DO PROTESTO NEGRO- 2000-DISSERTAÇÃO DE MESTRADO- PUC-SP. #MEMÓRIAS SONORAS DA NOITE- CD - 2002 -ARUANDA MUNDI #AS MARIMBAS DE DEBRET- ICS-PT- 2003. #MEMÓRIAS SONORAS DA NOITE- TESE DE DOUTORADO- 2005- PUC-SP. #FACES DA TARDE DE UM MESMO SENTIMENTO- CD- 2008- ARUANDA SALLOMA 30 ANOS DE MUSICALIDADE E NEGRITUDE- DVD-2010- ARUANDA MUNDI. Elenco de Gota D'Água Preta 2019, Criador de Agosto na cidade murada.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

DANÇAS NEGRAS NO CREPÚSCULO DE UM TEMPO BRANCO DEMAIS








FOTOGRAFIAS  DE JOÃO CLAUDIO DE SENA; MESA DA FELIZ E CIA SANSACROMA
https://www.facebook.com/sansacroma/

2016- Reflexões assistemáticas sobre os corpos negros nas culturas dançantes brasileiras. 
O sujeito emocionado e o objeto emocionante estão unidos numa síntese indissolúvel. A emoção é uma certa maneira de apreender o mundo. Jean Paul Sartre
O corpo é o veículo do ser no mundo, e ter um corpo é, para o ser vivo, juntar-se a um meio definido, confundir-se com certos objetos e empenhar-se continuamente neles.”  Merleau Ponty.

Este texto é uma tentativa de sistematização de meus encontros com dançarinxs profissionais que moram e trabalham em São Paulo. É também resultado de leituras de bibliografia especifica sobre o tema, análise de catálogos de eventos e vídeo-documentários sobre práticas de dança. Trata-se da observação crítica, mas sem matiz etnográfica, de grupos negros de dança, que desde os anos 1980 acompanho em sua habitação ou simples passagem por São Paulo. Por uma mania aprendida na escola, tento refletir sobre, o que posso definir provisoriamente como: História de repertórios gestuais e coreográficos de matriz africana no Brasil.
Não sou dançarino, mas tenho a expressão dançante como parte da minha vida, desde que comecei a ser socializado fora do meu grupo familiar. Dancei as primeiras vezes na infância, em festas familiares e comunitárias na periferia de São Paulo. Canções afro-brasileiras de Martinho da Vila, Originais do Samba e Aparecida e, cantigas estadunidenses de Stive Wonder, Bee Gees e Ray Charles transitam na minha memória corporal e auditiva deste então. Nessa época, nossos heróis dançantes eram também grandes bailarinos das quebradas do Parque Santo Antonio: Dona Marlene e seu companheiro Tisnau e sua filha Bete, namorada do Neguinho do Samba. Esses dois casais paravam qualquer festa onde estivessem. Dançavam muito acima da média dos demais corpos negros, gêneros conhecidos naquela época como: Gafieira, Samba-Soul, Rasqueado, Samba e Sambarock.  
Nos anos 1980 durante minha passagem pela Banda Tribbu, experimentei alguns gestos apreendidos nos “bailinhos de fundo de quintal” (festas familiares que reuniam dezenas de jovens do bairro, que dançavam ao som de sistemas eletrônicos de sons, comandados por um Dj. Por vezes eram também realizados em sedes das Sociedades Amigos de Bairro, com cobrança de ingresso) e usei aprendizagens periféricas e escolares de teatro de forma intencional para enriquecer minha performance.  Nos finais da década de 1980 e início dos anos 1990, de maneira bastante desorganizada, frequentei aulas de afro-dança e capoeira.
Luciane Ramos e Debora Marçal têm sido duas amigas queridas e também profissionais da dança, que desenvolvem trabalhos acadêmicos, formativos e práticos. Parte dessa reflexão devo a elas. Também sou grato a Emile Sugai, Jó e Daniel Koteban, Flávia Mazal, Anninha Koteban,  Firmino Pitanga, Elis Sibere Monte e Deise Brito.
Num dos eventos recentes da Feliz, Feira Literária da Zona Sul, Luciane indagava o público presente sobre porque a gente dança? Traduzo para: Porque os humanos dançam? Porque xs negrxs brasileirxs dançam?
Refletimos sobre a persistência do gosto pela dança entre populações negras, ao mesmo tempo em que há quantidades desumanas de corpos negros descartáveis (aprisionados, abandonados ou abatidos ainda bem jovens nas ruas das grandes cidades).
Porque então a gente dança por gosto e dança profissionalmente?
Os corpos de bailados, ou companhias tradicionais de dança, muitas vezes têm nenhum e em geral têm poucos, bailarinxs negrxs.  Por razões simples, a dança profissionalizada também pertence à reserva racial branca. Dito de outra forma, a exclusividade social e cultural, originaria da exclusividade de poder, prestigio e mando, ou da hegemonia branca, se reproduz também no âmbito da dança, como atividade profissional. Mas não como campo expressivo.
As histórias de vida e profissionalização de bailarinxs escolares negrxs no Brasil são, em geral, marcadas por quedas, negações, preterimento e desgosto. Mas, isso não é exclusivo da dança, mas de qualquer outra área profissional racialmente exclusiva ou de elite. Contudo, algumas também são narrativas de reversão e encontro com as origens africanas como forma de emancipação estética e de imaginário. As mais incríveis e conhecidas nesse campo são de Mercedes Batista e Ismael Ivo.
Para falar sobre danças negras contemporâneas não seria necessário escarafunchar  as longas histórias dos corpos negros desde a expansão do ocidente. Não seria necessário lembrar como os operadores do capitalismo mercantil tentaram transformar nossos ancestrais africanos, de corpos sequestrados e vendidos, em corpos maquinas produtivas, e depois como corpos abjetos, corpos animalescos ou de sub-humanidade. Também não preciso lembrar os corpos irreversivelmente racializados pela pseudo-ciência das raças, a Eugenia.
Mas isso não é possível justamente por quê? Porque ao refletirmos sobre corpos negros dançantes não é possível apartamos para o canto da tela, outros tantos corpos negros sendo abatidos em caçadas espetaculares na TV. Talvez, porque a dança profissional ou de lazer, urbanas ou tradicionais sejam, justamente as expressões máximas da não aceitação da desumanização recorrente. Quando nossos corpos dançam, celebramos nossa existência e frágil presença num mundo, que o tempo todo teima em nos negar.
Nesses corpos negros em movimento criativo e elaboração estética, habitam tantos outros que não têm condições de esperar a total reversão de genocídios, encarceramentos massivos, estigmas e estereótipos, para então assim, terem oportunidade de entrar na cena existencial de maneira digna e humanizada.
Para conseguir ter uma expressão, devemos nos tornar especialistas em superação e campões de autoconstrução. Algumas bailarinas que conheço, são  mulheres negras que se fazeram a si mesmas e ao mesmo tempo conseguiram manter a doçura no olhar, que em geral carregam desde a adolescência.
Não é simples preciosismo buscar nas memórias da infância negra, urbana e periférica o surgimento da dança como forma de expressão. Demonstramos que embora nossos corpos negros não estivessem lá no bombardeio de branquitude, nas figuras televisivas branquelas e sulistas com as quais fomos educados, tínhamos algum alento nos bailes periféricos , onde a dança se converteu na principal forma de sociabilidade desde os anos 1970.
Fazer-se negra ou negro, passa necessariamente por estas experiências de convivência e trocas estéticas e políticas.  Fora da ideia essencialista de que para ser negra já se nasce, vamos modulando e mostrando que para ser negro ou negra, constrói-se.  Nossas consciências negras são os primeiros saltos cognitivos, vem ao percebermos que, embora aqueles corpos brancos normativos, negassem veementemente  a existência dos nossos,  isso não nos imobilizou em definitivo.   
Refletir um pouco sobre as efetivas culturas corporais africanas, significa que podemos sim, buscar referências naquelas de origem Ioruba-Fon-Nagô, que tem ver com sua pertença religiosa atual (Candomblé) de muitxs dos dançarinxs negrxs contemporâneos.  Mas também é bom lembrar que essa não é a única, para não cair na soberba nagocêntrica (que só vê África dentre os cultos Iorubá no Brasil), algo muito comum no meio negro ativista.
Certxs dançarinxs profissionais ao adentrar a experiência religiosa, ou mesmo por força do imaginário ioruba-fon,  que se tem construído no âmbito  das artes negras a partir da segunda metade do século XX, por vezes perdem de vista a questão central, a dança. Numa atitude profundamente reducionista, transformam sua estética em um arauto do proselitismo canônico em detrimento da elaboração estética.
De outro lado o universo da cultura dançante negra urbana em diálogo com aquelas da tradição religiosa sofre com outro reducionismo ainda mais grave, que é a reprodução sem crítica de uma pequena parte do conjunto de coreografias extraídas do Candomblé, ainda na década de 1970 por Cleyde Morgan.

TEXTO EM CONSTRUÇÃO.
FOTOGRAFIAS  DE JOÃO CLAUDIO DE SENA;
Fragmento de uma mensagem enviada a pesquisadora Deise Brito em fins de setembro de 2016:
Tudo movimento é dança , ou algo assim.  Fiquei pensando sobre isso. Talvez tenha sido algo relacionado ao que falei sobre Dança tradicional e dança voltada para o mundo do espetáculo. 
De fato creio que seja importante para quem pesquisa observar não apenas o conjunto expressivo ao qual se dedica a estudar, mas também o contexto e a cultura. Nesse sentido os estímulos e motivações para a dança dos orixás em uma Casa de Santo sejam muito diferentes daqueles de estudantes de dança de uma academia, grupo ou universidade.Onde os alunos  se prepararam durante meses ou anos, dentro de uma série de exercícios repetidos até a exaustão e depois, são colocados sobre uma tablado, para se apresentarem para uma platéia devidamente educada. Platéia que detentora ou não dos códigos daquela forma se expressão, deve se comportar assim ou assado diante desse ou daquele repertório apresentado.
O mesmo se pode aplicar as motivações e determinações econômicas e culturais do espetáculo, como uma atividade artística, já devidamente catalogada,  previsto nas modalidades de consumo urbano. 
Imagino que seja importante ter uma olhar subdividido. Um olho voltado para as protagonista e as linguagens que eles operam, outro voltado para a sociedade e a cultura na qual eles atuam. Como eles operam com determinados conteúdos extraídos de contextos outros, que não aquele no qual estão inseridos, mas também,  como acumulam aprendizagem e elementos que não existiam antes, e só podem ser encontrados naquele contexto específico.  Quem dançava no Brasil na década de 1930? dançava como, onde e o que? 
Danças de salão, de rua, de entretenimento e diversão, dança de festa e dança sagrada.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

3 MILTONS. Negras Utopias.

Sabem aqueles minutos de pleno contentamento? Não se trata de luz-purpurina, nem palco-vida. Trata-se de desafio criativo e intelectual auto-imposto e socialmente contextualizado. Trata-se também de uma percepção intensa, mas, atualmente banalizada sobre as possibilidades de existência da arte engajada e de exercícios de expressão política. Isso tudo frente ao conformismo célebre, ou demagogia ínfima. Em um tempo de saraivada de messias brotando de esgotos e dos quintos dos infernos, me reconheço como um derradeiro covarde, cujo rosto está perdido em meio a multidão. Um pretomestiço tumultuado de amores, quedas e desejos. 




Contudo, apenas quem não tem medo de nós e dos sonhos os quais somos portadores, pode se aproximar desses objeto-corpos desformes para distinguir iris de cores múltiplas. Elas medram e pulsam . Não são frutos da simples mestiçagem, como querem os antropobiólogos neofreyreanos, é o humanismo que o Ocidente jogou no lixo e que devido à dialética maravilinda do giramundo, agora somos herdeiros. No fundo das meninas dos nossos olhos, quando cessam as raivas vermelhas e se seca a lástima, se pode vislumbrar uma pequena centelha-bandeira, rota, mas ainda potente, onde está prescrita a liberdade futura. Boa semana a todxs que torceram e somaram, todxs puderam ou não comparecer ao Auditório Oscar Niemeyer, no Ibirapuera em São Paulo.
Por Paulo Henrique Sant Anna.


Espetáculo: 3 Mil-Tons ou Negras utopias: Auditório Ibirapuera- 23 de Julho de 2016
Espetáculo poético-musical de 80 minutos, reúne alguns membros dos principais coletivos de artes negras de São Paulo, como Cia Capulanas, Clarianas, Cia Deodara e Coletivo Negro para rememorar vida e obra dos três intelectuais afro-diaspóricos: Milton Santos, Milton Nascimento e Milton Gonçalves. Criação do músico e pesquisador Salloma Salomão entrelaça suas próprias memórias, canções e poemas, as biografias e produções dos 3 Mil-Tons. O resultado é um panorama sensível de engajamento artístico, intelectual e antirracista no Brasil, nos últimos 50 anos.
Projeto: Salloma Salomão,  Criação Coletiva, Figurino e Coreografia:  Debora Marçal (Preta Rainha),  Direção Compartilhada: Miriam Selma, Luz (Levante Mulher), Marcio Castro (Zona Autônoma) e Jé Oliveira (Coletivo Negro); Design Gráfico: Rodrigo Kenan; Iconografia: Douglas Arruda; Arranjos Coletivos e Orquestração de Wellington Bernado, Guilherme Prado, e Salloma Salomão.

 http://www.auditorioibirapuera.com.br/2016/07/07/3-mil-tons/



Cenografia: Visualmente buscaremos três padrões de representação imagética, projetos de objetos voadores de José do Patrocínio, símbolos gráficos africanos e (mapas) traçados urbanos de cidades brasileiras ( cidades das geografias regionais de Milton Santos) e africanas a época do contato com os invasores europeus Luanda, Loango, Ile Ife, Tombuctu, Mombaça, Melinde, .  Arquiteturas de ruas e casas, monumentos, tentativa de construir um discurso arquitetônico afinado com estéticas africanas. As projeções podem incidir sobre diferentes pontos do palco. Para cada seqüência   narrativa um novo padrão de imagens.  




   
Animação e design: Douglas Arruda e Rodrigo Kenan.   
Palco:  No palco dois Coros nas laterais,  seis  microfones com tripés fixos em posição diagonal, 2 solistas com dois microfones e um ponto para violão no centro e num ponto avançado do palco. Uma bateria na parte central ao fundo do palco com praticável.
Tambores: Bateria de Felipe Godoy (Praticável baixo centro), um par de sets de tambores. Um de cada lado, Fefê Camilo do lado esquerdo e Rafael Franja do lado direito, também com praticáveis um pouco mais altos. As cordas (7) formam um arco na frente dos tambores.
Ação Dramática- André Bueno ( Palhaço Branco), Martinha Soares (Palhaça Preta), Debora Marçal (Milton Santos), Priscila Obaci  (Milton Gonçalves), Flavia Rosa ( Milton Nascimento).  Naruna Costa (Zumbi Mulher), Naloana Lima( Maria Maria).     
Vozes e Percussão: Salloma Salomão, Naruna Costa, Naloana Lima, Martinha Soares, Flavia Rosa, Jéssica Evangelista, Tatiane Saldanha, Filipe Rossi, Elias Costa.   
Cordas: Violão- Di Ganza; Viola- Cá Raiza; Cello- Klaus Wernet; Violão e Guitarra- Guilherme Prado; Violão e Guitarra- Sandro Lima; Baixo- Will Cavagnolli, Banjo- Wesley Bernado, Kora-Rogerio Temporin.       
Sopros: Trombone- Wellington Bernado, Flauta: Jéssica Evangelista,  Trompete: Elias Costa,  Clarinete, Flauta e Sax Soprano: Filipe Rossi,   Sax Tenor: Denys Felipe.

Musicalmente buscaremos nos afinarmos a estética do Som Imaginário, banda que acompanhou Milton Nascimento nos primeiros Discos. Uma dose de harmonias dissonantes, mas com suavidade, detalhes de percussão ( Naná Vasconcelos), com timbres limpos e efeitos viajantes nas guitarras e sopros com notas longas e destaque das madeiras (Flautas, Sax e Clarinete).  

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Teatro Experimental do negro.


A convite do Cyber Quilombo Salloma Salomão discorre sobre a importância do T.E.N. Teatro Experimental do Negro, Grupo surgido nos anos 1940 no Rio de Janeiro, sob orientação de Maria Nascimento, Alberto Guerreiro Ramos, Abdias do Nascimento. O TEN foi responsável pela  construção de estética negra na dramaturgia e no teatro brasileiros.

terça-feira, 22 de março de 2016

Arca De Ébano- Ação formativo escola Engenho EE Benvides Beraldo

Publicado em 3 de mai de 2016
"Uma escola cadeia e uma canção de liberdade". 
Um Grupo de arte-educadores adentram uma escola pública na periferia de São Paulo e mobiliza alunos e professores, para a criação de um performance que envolve; musicalidades africanas, dança e artes visuais.O processo desde o início é filmado em vídeo digital e editado em dois formatos: Vídeo-clip e vídeo-documentário. Equipe Jéssica Evangelista, Tatiane Saldanha, Salloma Salomão, Douglas Arruda, Wesley Bernardo, Elias Costa e Wellington Bernado.


https://www.youtube.com/watch?v=RrNG2VR6qbg


https://www.youtube.com/watch?v=Khb_gyStXwM



sábado, 20 de fevereiro de 2016

Salloma Salomão e al Andalus em Notas Tortas da Madrugada

Salloma Salomão um e Banda Al Andalus. Um Novo Trabalho em musical CD (caixa de acrílico de e encarte envernizado-R $ 25,00), DVD 70 (Minutos, caixa de acrílico e capa envernizada-R $ 35,00)    e Livro (Colorido e PB papel Couché, 168 páginas- R $ 40 , 00). Valor R total de US $ 80,00 incluíndo frete.
Por Miranda



https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10154086619379369.1073741885.104902984368&type=3


Chega, Vem que a Noite vai Ser boa. Traga Seu ego belo e novo. E se puder nos veja no Ponto cego da cena. A Cidade E UMA miragem, mas SEUS muros São concreto e arrame farpado. Agora Vejo são Como torres de prata e espelhos de vidro POR CIMA dos ombros dos Meninos. Uns nos riem e Outros rangem OS DENTES em Ódio silencioso  e turvo. Alguns AINDA Mais ciumentos mordem o PRÓPRIO Beiço e justificam com minucias, Expressam  desdém pelo brilho Natural Que Os Velhos adquirem com a Proximidade da morte. Sou Tietê, um rio preto, morto e lento. Quase sempre Correndo Ao Contrário de Tudo. NÃO Só por revide Pela Mudança do Curso, MAS POR AINDA habitarem meu entorno, algumas Moléculas da vida. Cantam  ELAS  em Mim. 

Dia 19 de Fevereiro de 20 horas. Al Andalus e  Salloma Jovino Salomão  No Itaú Cultural. Avenida Paulista Número 144. 


Ba Kimbuta . Alafia. Tacia Reis.   Buia Kalunga  e   James Bantu . Clarianas.Coletivo Negro.   Vitor da Trindade , Aqui em sampa jogaram OS níveis musicais Paragrafo hum alto e novo Padrão. De Minha parte, Estou me esforçando Para acompanhar SEUS tambores; quitanda usando Toda Minha.



SALLOMA SALOMÃO E músico, educador e Pesquisador afromineiro que transita entre Como Cidades-roças do Vale do Rio Grande, Sudoeste de Minas Gerais ea metrópole paulistana, desde a Década de 1970. Advindo de Uma Família numerosa e musical, encontrou na Culturas negras urbana e Uma tradicional fonte de Criação, Diálogos e Intervenção no Mundo. Doutor em História Pela PUC-SP e Pesquisador Associado Ao Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, Onde fez Estágio em 2004, acessou Acervos de música africana na Unesco em Paris e Instrumentos Musicais Africanos e afro-brasileiros EM Museus no Brasil, África e Europa. musicalidades Atualmente DESENVOLVE Pesquisa Sobre negras NAS turnos Brasil- Benin. Tem Trabalho autoral publicado em Diferentes Suportes, desde disco de vinil Até Plataformas Digitais Gratuitas, na Rede social. Sua biografia costura Luta antirracista, Criação Artística e Defesa da Educação Pública. A Próxima Publicação Que ESTÁ Tecendo E Sampa Negra- Periferia, contracultura e antirracismo. Trata-se de hum mosaico da Produção Artística e Políticas Culturais na Grande São Paulo Nos Últimos 20 anos. Gravou e publicou o cinco Cds e hum Dvd, Como também Textos reflexivos Sobre Diferentes Modalidades de artes negras e Culturas afrodiaspóricas. Discografia: Negros Africamos (1988), Salloma sem concerto (1990), Afrorigem (1995), O dia das Tribos (1998), Memórias Sonoras da Noite (2002), Faces da Tarde de hum MESMO Sentimento (2008), Aurora Negra ( 2013), Notas tortas da Madrugada (2016). Videografia: (2015) rosto Foice UMA (28 Minutos) Encouraçado Filmes; (2015) Salloma Salomão recebe Osvaldo Faustino (1,19 Minutos) Aruanda Mundi; (2015) Arte e sociedade; Representação do Negro (2,50 Minutos) Itaú Cultural; (2013) Salloma Salomão- Episódio 4 - Série Tão Longe, Tão Perto (14 Minutos) Espaço Humus; (2013) Princesinha do Congo (7,58 Minutos) Aruanda Mundi; (2010) Salloma Salomão 30 ano de musicalidade e negritude - Aruanda Mundi;
Salloma Salomão
soundcloud.com
A porta tá Aberta e é tudo POR graça. Entra e OICA, grava e mixa, toca e canta, Faz Livre SUA Trilha, mova O Mundo enquanto dança:

Canções 1 - Homens Sujos de Sangue Salloma Salomão 2 - Porque conversor A Noite? Salloma Salomão 3 - Adjutório Salloma Salomão e Guilherme Braz 4 - Alta Madrugada Salloma Salomão 5 - indecifrável Curso Salloma Salomão 6 - Advento da paixão Salloma Salomão e Alexandre Galio 7 - Notas Tortas da Madrugada Salloma Salomão e vandalos de Chocolate 8 - O Dia das Tribos Salloma Salomão e Banda Tribbu 9 - Tudo bem Rápido rápido Você tem Razão Salloma Salomão 10 - Kiéquitidánatelha Salloma Salomão e Na Corda Banda 11 - Arcaico Engenho Moderno Salloma Salomão e Luis Rosa de Freitas 12 - Ha possibilidade do Sonho Salloma Salomão e Circo Novessência 13 - 1º de maio Salloma Salomão 14 - Baile alma Salloma Salomão e Guilherme Braz


O ❤ o ❤
Este E o meu tio que hoje Fara hum tsunami de sonoridades e poesia em forma de show! São Mais de 30 ano de Caminhada, Luta, insistência, Resistencia e existencia Paragrafo Ocupar e Levar o Seu Trabalho no Mundo. Lindo Tenho Certeza Que Será UM ESPETÁCULO.





Po Anna Raquel Rodrigues


Hoje TENHO UM Convite para Rápido Rápido rápido Você Sé e preto, pobre, favelado O Caminho da Vida Nunca É Fácil, TEM porta fechada pra Tudo Que É Lado. Só Que Caminhos TEM PESSOAS ea mágica ESTA SEM Encontro. "Teu som NÃO e Comercial pra Gravadora "- a gente monta Estúdio em Casa, lev amigos OS e Produz com autonomia Qualidade e. " Sua estética NÃO e Paragrafo clipe. "- uma junta Gente équipe na quebrada, critica o racismo e Distribui PRODUTO na Internet na Faixa " Gravar DVD Ao vivo neguinho, cê tá maluco "junta Uma cooperativa-família, camaradas OS do Som, fazer grafite, Não andar de skate, da Produção, da Filmagem, contraria Como Estatísticas do Cemitério São Luiz e invadir hum Fábrica de Cultura Filmando hum Trabalho fazer  Salloma Jovino Salomão  Que Carrega Um pouco da gente. Acredito e participo Desse Trabalho Pela Riqueza de Aprender! quando? HOJE LANÇAMENTO DO DVD !! horas? 20 (Tem Que retirar ingresso com antecedência) Onde? Itaú Cultural, na Paulista Só Chegar galera, e se Uma Porta Esteve fechada .. "PODE Colocar Mais arma Que nois vamo ENTRAR"




























Casa com lotação Máxima Ontem A Noite sem Itaú Cultural. 

Poesia Muita, música  
🎶
 e amor no show maravilindo do Nosso queridíssimo rei Salloma Jovino Salomão o. Bom demais viver sos momentos








A favela invadiu a Paulista!  Salloma Jovino Salomão Toca Brasil  



Hoje !! Nosso  Salloma Jovino Salomão  . EA Banda Al Andalus Risca o Espaço infinito com o ESPETÁCULO "Notas tortas da Madrugada" 

Salloma, intelectual, educador e artista Revela e traduz Nosso tempo -. Transformando a História em Potência Para A Luta 
Recomendo vivamente!

Salloma Salomão
soundcloud.com
De: Não Consigo Parar de Ouvir!

O  Salloma Jovino Salomão  apresenta Toda a Riqueza do Nosso Universo Preto em diáspora com leveza EA intensidade que TEMOS NÃO dia a dia, NAS Trocas Pessoais, nos terreiros e nsa quintais.

Mais boa that música, e Um Documento histórico, pensando em ancestralidade ee Um Retrato da atualidade, pensando em arte.

Cara, na boa, um Vidrado!

ESCUTEM e Um Dever!